Tu que nos teus braços me acolheste
Que com a tua alma
Me envolveste
Porque me amaste?
Tu que sempre me juraste
Amor eterno
Porque me abandonaste?
Tu que sempre foste o meu porto de abrigo
Que tiveste sempre para mim
Um ombro amigo
Porque te foste embora?
Tu que foste a minha estrela polar
Que sempre me ajudaste
A navegar
Onde estás agora?
Tu que sempre foste o meu farol
Que nos dias de tempestade foste
O meu sol
Porque me devotaste á escuridão?
Tu que sempre iluminaste o meu ninho
Que sempre me aconselhaste o caminho
Porque agora dizes não?
Vai! Vai e segue o que escolheste
Quero que seja como dizes
Sê feliz como prometeste
Ou seremos ambos infelizes.
António Maria
Cedido por: António Maria
